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05/11/2009 |
Feriado de finados, hora de arrumar a mochila e colocar o pé na estrada para a velha amiga cidade de Diamantina. Como sempre nesta data, muita chuva. Não deu para fazer muito na rocha, mas em compensação a boa comida mineira e a cerveja gelada com os amigos salvaram o fim de semana.
Quebradiços em sua maioria, só sobram os buraquinhos para encaixar os dedos e mandar o bloco, as fotos irão falar mais do conjunto. As imagens mostram o bloco "Buraquinho de Aranha - V1". A área ainda esta por ser explorada, então quem passar por lá, vale dar uma conferida.
Quando o tempo permitir,
eu volto para curtir mais um pouco deste conjunto e
desta linda cidade que brota por entre as rochas de
Minas Gerais.
Meu muito obrigado a todos os amigos das Republica
Garibaldi e Republica do Brejo por me acolherem mais
uma vez nesta linda cidade.
Força sempre e boas
escaladas!
Atila Barros
Terra de Chica da Silva e de Juscelino Kubitschek, presidente do país de 1956 a 1961, Diamantina, cidade do ciclo do ouro em Minas Gerais, também preserva seus casarios e igrejas do tempo colonial. O diamante não é encontrado de forma farta como há três séculos, mas ainda hoje garimpeiros vasculham os rios, como o Jequitinhonha, à procura da pedra preciosa. O Museu do Diamante, instalado num casarão de 1789, reúne um rico acervo que conta a história da mineração no Brasil. A cidade é o décimo patrimônio brasileiro tombado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade.
Cravada no alto da serra do Espinhaço, a 1250m de
altitude, a cidade histórica de Diamantina
impressiona o viajante pela natureza espetacular de
suas rochas pontiagudas, pelo casario colonial
magnificamente conservado, pela intensa
luminosidade, especialmente nas primeiras horas da
manhã ou ao fim da tarde, quando a luz das almas se
abate sobre o conjunto esculpido por Deus e pelos
homens.
















