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Lugares sagrados. |
A religião era dualista, constituída de forças do
bem e do mal. O bem era representado por tudo aquilo
que era importante para o homem como a chuva e a luz
do Sol, e o mal, por forças negativas, como a seca e
a guerra.
Os huacas, ou lugares sagrados, estavam espalhados
pelo território inca. Huacas eram entidades divinas
que viviam em objetos naturais como montanhas,
rochas e riachos. Líderes espirituais de uma
comunidade usavam rezas e oferendas para se
comunicar com um huaca para pedir conselho ou ajuda.
Sacrifícios
Os incas ofereciam sacrifícios tanto humanos como de
animais nas ocasiões mais importantes, maioria das
vezes em rituais ao nascer do sol. Grandes ocasiões,
como nas sucessões imperiais, exigiam grandes
sacrifícios que poderiam incluir até duzentas
crianças. Não raro as mulheres a serviço dos templos
eram sacrificadas, mas a maioria das vezes os
sacrifícios humanos eram impostos a grupos
recentemente conquistados ou derrotados em guerra,
como tributo à dominação. As vítimas sacrificiais
deviam ser fisicamente íntegras, sem marcas ou
lesões e preferencialmente jovens e belas.
De acordo com uma lenda, uma menina de dez anos de
idade chamada Tanta Carhua foi escolhida pelo seu
pai para ser sacrificada ao imperador inca. A
criança, supostamente perfeita fisicamente, foi
enviada a Cusco onde foi recebida com festas e
honrarias para homenagear-lhe a coragem e depois foi
enterrada viva em uma tumba nas montanhas andinas.
Esta lenda prescreve que as vítimas sacrificiais
deveriam ser perfeitas, e que havia grande honra em
conhecerem e serem escolhidas pelo imperador,
tornando-se, depois da morte, espíritos com caráter
divino que passariam a oficiar junto aos sacerdotes.
Antes do sacrifício, os sacerdotes adornavam
ricamente as vítimas e davam a ela uma bebida
chamada chicha, que é um fermentado de milho, até
hoje apreciada.
Festivais
Os incas tinham um calendário de trinta dias, no
qual cada mês tinha o seu próprio festival.
Os meses e celebrações do calendário são os
seguintes:
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Mês Gregoriano |
Mês Inca |
Tradução |
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Janeiro |
Huchuy Pacoy |
Pequena colheita |
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Fevereiro |
Hatun Pocoy |
Grande colheita |
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Março |
Pawqar Waraq |
Ramo de flores |
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Abril |
Ayriwa |
Dança do milho jovem |
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Maio |
Aymuray |
Canção da colheita |
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Junho |
Inti Raymi |
Festival do Sol |
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Julho |
Anta Situwa |
Purificação terrena |
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Agosto |
Qapaq Situwa |
Sacrifício de purificação geral |
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Setembro |
Qaya Raymi |
Festival da rainha |
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Outubro |
Uma Raymi |
Festival da água |
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Novembro |
Ayamarqa |
Procissão dos mortos |
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Dezembro |
Qapaq Raymi |
Festival magnífico |
Costumes funerários
Os incas acreditavam na
reencarnação. Aqueles que obedeciam à regra, ama
sua, ama llulla, ama chella (não roube, não minta e
não seja preguiçoso), quando morressem iriam viver
ao calor do sol enquanto os desobedientes passariam
os dias eternamente na terra fria.
Os incas também praticavam o processo de
mumificação, especialmente das pessoas falecidas
mais proeminentes. Junto às múmias era enterrado uma
grande quantidade de objetos do gosto ou utilidade
do morto. De suas sepulturas, acreditavam, as múmias
mallqui poderiam conversar com ancestrais ou outros
espíritos huacas daquela região. As múmias, por
vezes eram chamadas a testemunhar fatos importantes
e presidir a vários rituais e celebrações.
Normalmente o defunto era enterrado sentado.
Organização econômica do Império Inca
O Império Inca tinha uma organização econômica de
caráter próximo ao modo de produção asiático, na
qual todos os níveis da sociedade pagavam tributos
ao imperador, conhecido como O Inca. O Inca era
divinizado sendo carregado em liteiras com grande
pompa e estilo. Usava roupas, cocares e adornos
especiais que demonstravam sua superioridade e
poder. Ele reivindicava seu poder dizendo-se
descendente de deuses (origem divina do poder real).
Abaixo d'O Inca havia quatro principais classes de
cidadãos.
A primeira era a família real, nobres, líderes
militares e líderes religiosos. Estas pessoas
controlavam o Império Inca e muitos viviam em Cusco.
A seguir, estavam os governadores das quatro
províncias em que o Império Inca era dividido. Eles
tinham muito poder pois organizavam as tropas,
coletavam os tributos cabendo-lhes impor a lei e
estabelecer a ordem. Abaixo dos governadores estavam
os oficiais militares locais, responsáveis pelos
julgamentos menos importantes e a resolução de
pequenas disputas podendo inclusive atribuir
castigos. Mais abaixo estavam os camponeses que eram
a maioria da população.
Entre os camponeses, a estrutura básica da
organização territorial era o ayllu. O ayllu era uma
comunidade aldeã composta por diversas famílias
cujos membros consideravam possuir um antepassado
comum (real ou fictício). A cada ayllu correspondia
um determinado território. O kuraca era o chefe do
ayllu. Cabia-lhe a distribuição das terras pelos
membros da comunidade aptos para o trabalho.
Havia três ordens de trabalhos agrícolas:
realizados em benefício do Inca e da família real;
destinados à subsistência da família, realizados no
pedaço de terra que lhe cabia;
realizados no seio da comunidade aldeã, para
responder às necessidades dos mais desfavorecidos.
De fato, o sistema de ajuda entre as famílias estava
muito desenvolvido. Para além das terras coletivas,
havia reservas destinadas a minorar as carências em
tempos de fome ou a serem usadas sempre que a aldeia
era visitada por uma delegação do Inca.
Outro dos deveres de cada membro da comunidade
consistia em colaborar nos trabalhos coletivos, como
por exemplo a manutenção dos canais de irrigação.
Os nobres foram chamados pelos espanhóis de
"orelhões", devido à impressão que tiveram de suas
enormes orelhas, aumentadas pelos grandes pendentes
que usavam. Os "orelhões" eram educados em escolas
especiais durante quatro anos. Eles estudavam a
língua quíchua, religião, quipus, história,
geometria, geografia e astronomia. Ao terminar os
estudos, eles se graduavam em uma cerimônia solene,
onde demonstravam sua preparação passando em algumas
provas.
Eles se vestiam de branco e se reuniam na Praça de
Cuzco. Todos os candidatos tinham o cabelo cortado e
levavam na cabeça um llauto negro com plumas. Depois
de rezarem ao sol, lua e ao trovão, eles subiam a
colina de Huanacaui, onde ficavam em jejum,
participavam de competições e dançavam.
Mais tarde, o Inca lhes entregava umas calças
justas, um diadema de plumas e um peitoral de metal.
Finalmente ele perfurava a orelha de cada um
pessoalmente com uma agulha de ouro, para que
pudessem usar seus pendentes característicos,
próprios de sua categoria.
Os "orelhões" tinham vários privilégios, entre eles
a posse de terras e a poligamia. Eles recebiam
presentes do monarca, tais como mulheres, lhamas,
objetos preciosos, permissão para usar liteiras ou
trono.
Eles constituíam os funcionários do Império. Em
primeiro lugar estavam os quatro apu, ou
administradores das quatro partes do Império que
assessoravam diretamente o Imperador. Abaixo deles
estavam os tucricues, ou governadores das províncias
que residiam em suas capitais, e eram periodicamente
inspecionadas.
Os incas incumbiam os dominados do trabalho que cada
um deveria executar, o quanto e qual terra poderiam
cultivar e quão longe poderiam viajar. Depois de se
adaptar a tais regras, eram bem vistos pelos
dominadores.
Se um inca era acusado de furto mas isto não era
provado, o próprio oficial local incumbido de manter
a ordem era punido por não fazer seu trabalho
corretamente.
Inválidos e incapazes eram auxiliados a prover sua
subsistência com trabalho. Às mulheres casadas eram
distribuídas meadas de lã para confecção de roupas.
Todos os incas eram obrigados a trabalhar para o
Império e para os seus deuses domésticos (mita).
Os incas não tinham liberdade de viajar e os filhos
sempre tinham de seguir o ofício dos pais. O Império
Inca foi dividido em quatro partes. Todas as
atividades dos habitantes eram supervisionadas pelos
funcionários do Império.
Moeda
Os incas não usavam dinheiro propriamente dito. Eles
faziam trocas ou escambos nos quais mercadorias eram
trocadas por outras e mesmo o trabalho era
remunerado com mercadorias e comida. Serviam como
moedas sementes de cacau e também conchas coloridas,
que eram consideradas de grande valor.
Agricultura
No apogeu de civilização inca, cerca de 1400, a
agricultura organizada espalhou-se por todo o
império, desde a Colômbia até o Chile, com o cultivo
de grãos comestíveis da planície litorânea do
pacífico, passando pelos altiplanos andinos e
adentrando na planície amazônica oriental.
Calcula-se que os incas cultivavam cerca de
setecentas espécies vegetais. A chave do sucesso da
agricultura inca era a existência de estradas e
trilhas que possibilitavam uma boa distribuição das
colheitas numa vasta região.
As principais culturas vegetais eram as batatas (semilha),
batatas doce (batatas), milho, pimentas, algodão,
tomates, amendoim, mandioca, e um grão conhecido
como quinua.
O plantio era feito em terraços e já usavam a
adiantada técnica das curvas de nível sendo os
primeiros a usar o sistema de irrigação.
Os incas usavam varas afiadas e arados para revolver
o solo, e usavam também a lhama para transporte das
colheitas, embora tais animais fornecessem também lã
para fazer tecidos, mantas e cordas, couro e carne.
Ervas aromáticas e medicinais também eram plantadas
e as folhas de coca, eram reservadas para a elite.
Toda a produção agrícola era fiscalizada pelos
funcionários do império.
Caça
Os incas usavam o arco de flechas e zarabatanas para
caçar animais como cervos, aves e peixes que lhes
forneciam carne, couro e plumas que usavam em seus
tecidos. A caça era coletiva e o método mais usual
era de formar um grande círculo que ia se fechando
sobre um centro para onde iam os animais.
Sociedade
A infância de um inca pode parecer severa para os
padrões atuais. Ao nascer, os incas lavavam o bebê
com água fria e o embrulhavam numa manta e o
colocavam em cova cavada no chão. Quando a criança
alcançava um ano de idade, se esperava que andasse
ou ao menos engatinhasse sem qualquer ajuda. Aos
dois anos de idade, as crianças eram submetidas a
ritual no qual se lhes cortavam os cabelos,
determinando assim o fim da infância. Desde então,
os pais esperavam que os filhos ajudassem em tarefas
ao redor da casa. A partir daí as crianças eram
severamente castigadas quando se portavam mal. Aos
quatorze anos os meninos eram vestidos com uma tanga
sendo então declarados adultos. Os meninos mais
pobres eram submetidos a vários testes de
resistência e de conhecimento, ao fim dos quais lhes
eram atribuídos adornos (brincos) coloridos e armas.
As cores dos brincos determinavam o lugar
hierárquico que ocupariam na sociedade.
Cultura
Os quipus - Se bem que o império fosse muito
centralizado e extremamente estruturado – e até,
pode dizer-se, burocrático –, não havia um sistema
de escrita. Para gerir o império eram utilizados os
quipus, cordões de lã ou outro material onde são
codificadas mensagens.
Destinavam-se os quipus a manterem estatísticas
permanentemente atualizados. Regularmente
procedia-se a recenseamentos da população
extremamente completos (por exemplo, número de
habitantes por idade e sexo). Registrava-se ainda o
número de cabeças de gado, os tributos pagos ou
devidos aos diversos povos, o conjunto de entradas e
saídas dos armazéns estatais, etc. Mediante os
registros procurava-se equilibrar a oferta e a
procura, numa tentativa de planificação da economia.
Mais concretamente, o quipu é constituído por um
cordão a que se liga a cordões menores de diferentes
cores, tanto paralelamente como partindo de um ponto
comum. Os números eram dados pelos nós e as
significações pelas cores.
Os nós das extremidades inferiores representam as
unidades. Acima ficam as dezenas, mais acima as
centenas e, por último, os milhares e as dezenas de
milhar. Saliente-se que, para além de utilizarem o
sistema decimal, os índios conceberam o equivalente
do zero: um intervalo maior entre os nós, ou seja,
um sítio vazio. Ignora-se o significado dos nós
complexos, porventura reservados aos múltiplos.
Quanto às cores, indicavam os significados ou
qualidades. Mas como o número de cores e seus
matizes é limitado, muito inferior ao número de
objetos a recensear, o significado das cores variava
de acordo com a significação geral do quipu. Era
pois necessário conhecer a significação geral do
quipu para se poder interpretá-lo. Por exemplo: o
amarelo referia-se ao ouro nas estatísticas
referentes aos despojos de guerra e ao milho nas
referentes à produção.
A fim de facilitar a leitura, as pessoas e coisas
eram dispostas de acordo com uma hierarquia
imutável. Assim, nos quipus demográficos, os homens
ocupavam o primeiro lugar, seguidos das mulheres e,
por fim, das crianças. Nos recenseamentos de armas a
ordem era a seguinte: lanças, flechas, arcos,
zagaias, clavas, achas e fundas.
A ausência de cordão secundário ao longo do
principal, assim como a falta de uma cor, possuía
determinado significado, exactamente como acontecia
com a ausência de nó no cordão (zero).
Os intérpretes dos quipus, os quipucamayucs (ou
seja, "guardiães dos quipus"), possuíam uma
excelente memória, cuja fidelidade era assegurada
por um processo radical: qualquer erro ou omissão
era punido com a pena de morte. Cada quipucamayuc
especializava-se na leitura de determinada categoria
de cordões: religiosos, militares, econômicos,
demográficos, etc. Cabia-lhes igualmente instruir os
seus filhos, para que estes mais tarde lhes
sucedessem.
Para melhor fixar as narrativas, o quipucamayuc
cantava-as, como uma melopéia.
Os quipus serviam ainda para o registro de fotos
históricos e ritos mágicos. No entanto, ao contrário
dos estatísticos, estes quipus ainda não foram
decifrados.
Medicina
Os incas fizeram muitas descobertas farmacológicas.
Usavam o quinino no tratamento da malária com grande
sucesso. As folhas da coca eram usadas de modo geral
como analgésicos, e para minorar a fome, embora os
mensageiros Chasqui as usassem para obter energia
extra. Outra terapia comum e eficiente era o banho
de ferimentos com uma cocção de casca de pimenteiras
ainda morna.
Música
Os incas tocavam música em tambores e instrumentos
de sopro que incluem as flautas, flauta de pan,
quena e trombetas feitas de conchas marinhas ou de
cerâmica.
Arte e artesanato
Os incas produziam artefatos destinados ao uso
diário ornados com imagens e detalhes de deuses. Era
comum na cultura inca o uso de formas geométricas
abstractas e representação de animais altamente
estilizados no feitio de cerâmicas, esculturas de
madeira, tecidos e objetos de metal. Eles produziam
belos objetos de ouro e as mulheres produziam
tecidos finos com desenhos surpreendentes.
Culinária
A comida inca consistia principalmente de vegetais,
pães, bolos e mingaus de cereais (notadamente de
milho ou aveia), e carne (assados ou guisados),
comumente de caititus (porcos selvagens) e de
lhama.Apesar da dieta dos incas ser muito variada,
havia muitas diferenças entre os alimentos
consumidos pelos diversos setores da sociedade.
A gente do povo só comia duas refeições por dia. O
prato comum dos Andes era o chuño, ou farinha de
batata desidratada. Adicionava-se água, pimentão ou
pimenta, e sal para então servir. Eles também
preparavam o locro com carne seca ou cozida, com
muito pimentão, pimenta, batatas e feijão. Eles
comiam ainda grandes quantidades de frutas, como a
pêra picada ou o tarwi. O milho era bastante
consumido e era preparado fervido ou torrado.
Os nobres e a família real se alimentavam muito
melhor do que o povo. Na mesa do Inca não podia
faltar carne,mas era escassa para o povo. Ele comia
carne de lhama, de vicunha, patos selvagens,
perdizes da puna, rãs, caracóis e peixe.
A refeição começava com frutas. Depois vinham as
iguarias, apresentadas sobre uma esteira de juncos
trançados eram estendidos no solo. O Inca se
acomodava em seu assento de madeira, coberto com uma
tela fina de lã e indicava o que lhe agradava. Daí,
uma das mulheres de seu séqüito o servia em um prato
de barro ou de metal precioso, que segurava entre
suas mãos enquanto o Inca comia. As sobras e tudo
que o Inca havia tocado, devia ser guardado em um
cofre e queimado logo depois, dispersando as cinzas.
Vestuário
O homem inca usava uma túnica sem mangas que descia
à altura do joelho e às vezes uma pequena capa. A
mulher inca tinha diversas roupas que a cobriam
integralmente e frequentemente usavam sandálias de
couro. Nas estações mais frias todos usavam longos
mantos de lã sobre os ombros presos por alfinetes na
frente.
Os incas gostavam de se adornar. Quanto mais ricos e
elaborados os tecidos mais dispendiosos e caros, e
acabavam por demonstrar o nível social do usuário.
Os incas usavam seus gorros de lã com cores tribais
que designavam-lhes as origens.
Os homens incas usavam muito mais jóias que as
mulheres. Os mais ricos usavam pulseiras de ouro e
brincos enormes, quanto maior o brinco mais
importante era a pessoa que o usava. Os guerreiros
usavam colares feitos com os dentes de suas vítimas.























