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A
temporada
de 2010
é
anunciada
como uma
das mais
femininas
na
tentativa
de
expedições
ao K2.
Kaltenbrunner
tentará
alcançar
lá seus
catorze,
enquanto
Baranowska
e
Czerwinska
buscaram
o 8º e
7º,
respectivamente.
McGrath
e a
iraniana
Esfandyari
também
irão
para lá.
Os oito
mil
femininos
seguem
na
primeira
página
da
atualidade.
Depois
de uma
primavera
marcada
pela
disputa
entre
Edurne
Pasabán
e
Eun
Oh-Sol
no
Annapurna
para se
tornar a
primeira
mulher a
alcançar
os
catorze,
o K2
pode
escrever
um novo
capítulo
histórico
nas mãos
de
Gerlinde
Kaltenbrunner.
Caso
chegue
ao cume,
a
austríaca
será a
terceira
mulher
na
prestigiada
lista, e
a
primeira
a
conseguir
sem uso
de
oxigênio
em
nenhum
deles.
Além
disso, o
acampamento
base do
K2 está
começando
a ser
freqüentado
pelas
mulheres
que
aspiram
aos
cumes
mais
altos do
planeta.
Uma
potente
expedição
polaca
inclui
duas das
mais
fortes
alpinistas
do
momento,
Kinga
Baranowska
e Anna
Czerwinski.
Deixando
de parte
Edurne,
Miss Oh,
Gerlinde
e Nives
MEROI,
elas são
as duas
que
seguem
no
ranking
feminino
dos oito
mil.
Baranowska,
que
também
irá
subir o
Annapurna
nesta
primavera,
buscará
em
Chogori
seu
oitavo
cume de
mais de
8.000
metros,
que
igualaria
ao
número
alcançado
pela sua
malfadada
compatriota
Wanda
Rutkiewicz,
falecida
em 1991.
Czerwinski,
enquanto
isso
tentará
somar o
sétimo
cume,
quatro
anos
após
atingir
o cume
do
Makalu e
pôr um
parêntese
em sua
carreira
particular.
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Leila Esfandyari, um exemplo de determinação.
O caso mais peculiar e talvez admirável de todos é o da iraniana Leila Esfandyari, que enfrenta a seu segundo cume de mais de 8.000 metros após a confirmação do Nanga Parbat em 2008 liderando uma expedição de seu país. A asiática explica que: “vendi minha casa para conseguir o dinheiro para escalar o K2, já que não tenho patrocinadores”. E acrescentou: “minha ambição é subir os quatorze oito mil... tomara poder encontrar um patrocinador fora do Irã".
O regime iraniano não apóia essas iniciativas promovidas por mulheres que tendem a se mostrar superior ao regime cultural do país. A discriminação ainda é muito forte mesmo que para atletas femininas que representem o país de forma digna. Por enquanto, Esfandyari se uniu a uma expedição internacional, compartilhando a temporada 2010 com Gerlinde Kaltenbrunner e outros. |
O
contingente
de
mulheres
que, no
momento,
se sabe
que
estarão
no K2
neste
verão se
completa
com
Meagan
McGrath,
que
prentende
o dobro
em 2010,
depois
de
assumir
o Lhotse
no mês
passado.
A
canadense
foi
notícia
em seu
país há
alguns
meses ao
chegar
ao Pólo
Sul
esquiando
a partir
de
Patriot
Hills. |